Responsabilidade Ambiental

A questão ambiental mobilizou diversos movimentos sociais da Amazônia em encontros, seminários e fóruns regionais. Foram criados grupos e movimentos sociais da população ribeirinha e nativa da Amazônia, muitas vezes com o apoio de ONG’S, para discutir as políticas públicas voltadas para o setor e as melhores formas de extração natural sem a degradação do meio ambiente.

Este extrativismo baseado na sustentabilidade é executado pelos nativos, índios e população local através de um processo bem simples, mas com um objetivo fundamental.

O processo baseia-se na extração de matérias primas vegetais através da coleta manual e sem o uso de aditivos químicos. A população agrupa-se em times de extratores por região, garantindo empregabilidade em áreas que dependem integralmente da atividade.

Cada vez que compramos destas cooperativas de ribeirinhos, estamos adquirindo produtos 100% naturais e incentivando o emprego de milhares de nativos, além de combater grupos clandestinos que muitas vezes utilizam mão de obra infantil ou escrava.

Estes grupos participam de todas as etapas do processo produtivo. Eles recebem treinamentos e são conscientizados sobre os impactos causados pelo uso do fogo, da adubação química, dos agrotóxicos, das máquinas pesadas e de outras práticas danosas ao meio ambiente.

A matéria prima extraída naturalmente está sendo inserida no mercado, formado por redes que procuram preços mais justos para os produtos produzidos, a partir de técnicas que preservam a natureza.

É exatamente este tipo de matéria prima que oferecemos ao mercado.Os óleos são obtidos através de um processo que visa afirmar o valor que damos a produtos 100% naturais.

As gorduras são extraídas de frutos e sementes através da prensagem a frio. O processo, livre de aditivos químicos, preserva as principais características da matéria-prima e não gera nenhum detrito prejudicial ao meio ambiente.

 

 

 

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